10 abril 2012

Surpresa




Ontem passei o dia assim. 
A surpreender quem gosto dando-lhes estes momentos que com certeza serão tão inesquecíveis para elas como para mim.
Foi o dia da oficialização da família que já tinha no meu coração, a minha família de Évora. 
Eu e a minha gémea surpreendemos as nossas Pseudos, que foram mesmo enganadas nisto tudo. 
Valei a pena só para ver as suas expressões. Adoro ser maquiavélica e planear estas coisas.
Mas por muito bruta que seja, derreto-me toda com estes pequenos momentos. Porque são eles que daqui a uns anos vou recordar.
Como ainda uma festa surpresa que fiz à minha mana, em que lhe enchi o quarto com balões, nunca uma dor de bochechas valeu tanto a pena. xP


Amigos


08 abril 2012

Paixão



A paixão é assim....
Avassaladora,
Quando se sente é impossível conter.

Inocência


Tenho saudades da inocência de criança...
Tenho saudades de quando tudo era simples.
Aquelas imensas complicações
Seriam agora tão fáceis de enfrentar.
Mas talvez daqui a uns anos possa olhar para trás
E tolamente pensar que tenho a sabedoria
Para solucionar os problemas que tenho hoje.

Mc

Amor é....


Encontrar aquele alguém que nos percebe,
que nos prefere.

07 abril 2012

A tua escolha


Amor.
Família.
Somos nós que o fazemos, somos nós que os escolhemos.
E são por dias e momentos como estes que anseio.

06 abril 2012

Inês

Capítulo I
1ªParte

         _Eu conheci o Diogo, quando era ainda uma adolescente_ e sorrio ao relembrar-me de um eu com 16 anos, vagueando pelos corredores da secundário, com calças a boca de sino, cabelo volumoso com grandes caracóis rebeldes de um amendoado sedoso que combinam na perfeição com meus grandes olhos castanhos_ ele era…_ como é que o vou descrever? Perfeito? Para mim era, mesmo quando o vi todo desengonçado e tímido_ engraçado, eu reparei nele, mas sabes como eu sou. Não disse nada. Fingi que não o vi, mas como era o primeiro dia de aulas a professora nos mandou juntar em grupos de 3. Fiquei com a minha amiga, a única que conhecia do ano anterior, visto que este ano nos recambiaram as duas para aquela turma nova onde as raparigas nos olhavam de alto abaixo, e pedi-lhe para chamar o rapaz tímido e cabisbaixo que não parecia ainda ter grupo, tal como nós, o grupo dos excluídos portanto. A estranheza desse rapaz intrigou-me… E com o passar do tempo fomos nos aproximando. Todos os dias tínhamos aulas juntos, primeiro dia sim dia não. Começamos a falar por causa do trabalho de grupo, depois porque eramos totalmente diferentes ou talvez demasiado iguais, passávamos o tempo a discordar, a rir e a teimar. Já não era só nos dias dessa aula que nos juntávamos, eram nas aulas de matemática, eram nas aulas de química, enfim… Só não nos víamos ou discutíamos mesmo aos fins-de-semana.
_ Mas não foi amor a primeira vista?
_ Não meu amor. _ e ao ver o seu sorriso a esmorecer rematei_ Não, foi bem melhor. Foi um amor diferente, verdadeiro. Porque antes de gostar de tudo o que o teu pai tinha de bom, eu já amava todos os seus defeitos.
De novo o seu sorriso desdentado se abriu de par em par. E o meu seguia atrás, eu sempre adorei o sorriso das crianças, mas a Íris tinha os olhos amendoados e as bochechas redondas, o cabelo como o meu, o nariz dele, a moldura perfeita para aquele sorriso, genuíno, feliz. Tanta coisa no mundo, tanta coisa para se estar triste, tanta coisa para nos lamentarmos, mas para ela, tudo era simples, tudo era fácil… E eu vou mante-lo assim o mais que possa. E enquanto me perco, nos meus devaneios, ela prossegue.
_Mãe?! Mãe, estas outra vez a dormir? Nunca tomas atenção, tens de te concentrar! Os teus professores não ralham contigo quando te distrais?
_Claro amor, desculpa!_ tento dizer no tom mais sério que consigo_ Então? O que é que querias saber mais?
_O pai era teu namorado?



Your SMile


Apaixonei-me pelo teu olhar.
Mas foi no teu sorriso que me perdi.
Naqueles momentos,
Quando o teu olhar se perde no ar,
E o sorriso invade o teu rosto.
Como uma explosão de felicidade
Que não podes-te evitar.

E então, o teu olhar
Encontra o meu.
O teu sorriso muda,
Torna-se mais doce e convencido.
Convencido porque apanhou o meu,
Doce porque agora sou o motivo dele.

Mc

05 abril 2012

Inês



 Prólogo
              _ Inês por favor abre a porta!
                Cada pancada seca na porta faz o meu corpo saltar, como se fosse ele a ser atingido pela frustração que lhe passa pelos punhos. Mas porque é que ele não se vai embora, o que é que ele está aqui a fazer?
                _ Inês?! Inês… por favor, eu sei que estas aí! Vamos falar, eu também não sei o que fazer, eu também não pedi por isto. Não me podes castigar por algo que não tive culpa!... Inês.
                Castigá-lo?! As lágrimas atravessavam-me o rosto, mas o que ele espera que eu faça? Eu não o estou a castigar. Eu só quero que desapareça, ele, o problema, o mundo… Que quer ele de mim? Que o felicite, que o ajude, que o console? Castigar? Mas quem pensa ele que eu sou?
                Não consigo deixar de evitar que os meus pés se movam até a porta… Mas aquele sussurro “Inês”…como me dói ouvir o meu nome na sua boca… entoado desta forma. E a determinação que ganhára para o mandar embora enfraquece, consigo apenas suster a minha testa e mãos na porta de forma a procurar ganhar forças.
                _Vai-te embora Diogo!
                _Inês, por favor. Vamos conversar… _suplica ele com a sua voz de mel, que sempre me deixa zonza. E por isso interrompo-o antes que não me consiga mais segurar.
                _ Diogo, VAI-TE EMBORA. Não temos nada para falar. Eu não aguento mais ouvir esta história, deixa-me em paz. Eu…não consigo…
                Silêncio é a minha resposta. Parece que o som do meu cansaço, surte o efeito esperado. Consigo ouvir o seu suspiro derrotado, os seus paços pesados a arrastar-se e a descer as escadas.
                Isto é tudo um pesadelo. Isto é tudo um pesadelo, Isto é tudo um pesadelo. Repito para mim, qual mantra, que espero que o meu corpo assuma como verdade para poder despertar.

Mc.
(eu de vez em quando começo as escrever histórias mas nunca as levo até ao fim... esta é a parte inicial das peripécias de Inês, espero que gostem)


xP


04 abril 2012

Velhice



Quando vejo aquelas rugas,
penso na sabedoria que as causou.
Quando vejo as suas mãos trémulas,
Penso nos momentos em que foram firmes e me amparou.
No seu sorriso, vejo a tristeza,
na incerteza das decisões que outrora tomou.
No seu olhar revejo o lamento do tempo que se perde,
por orgulho, por parvoíce, por más decisões.

03 abril 2012

Indecisões


Sou gémeos e por isso tenho duas personalidades que balanceiam pelo meu dia a dia o.k.
Mas ambas são decididas. Podem vaguear entre o sim e o não, mas quando afirmo qualquer decisão é sempre com convicção.
Não quero mais na minha vida pessoas que não sabem o que querem, não sabem o que querem para elas, não sabem o que querem da vida...
Epa decidam-se e depois digam qualquer coisinha.

Mc.

01 abril 2012

6 sentido



As mulheres tem uma sexto sentido, usado desde a pré-historia como instinto de sobrevivência.
Devíamos aprender a dar mais ouvidos a este instinto.

All women can be...


;P



Detesto quando estou zangada com alguém, e essa pessoa me faz rir.